Como diria o meu pai: " Se lá estivesse vinha-me embora!"
LP
sexta-feira, 27 de março de 2015
quarta-feira, 25 de março de 2015
Roleta Russa
A canção ideal para começar devagar e sem pressas os três dias que faltam para ir de férias.
(está quase)
terça-feira, 24 de março de 2015
sexta-feira, 20 de março de 2015
quinta-feira, 19 de março de 2015
terça-feira, 17 de março de 2015
sábado, 14 de março de 2015
Foste eterna até ao fim
devagar, o tempo transforma tudo em tempo.
o ódio transforma-se em tempo,
o ódio transforma-se em tempo,
o amor transforma-se em tempo, a dor transforma-se em tempo.
os assuntos que julgámos mais profundos, mais impossíveis, mais permanentes e imutáveis, transformam-se devagar em tempo.
por si só, o tempo não é nada.
a idade de nada é nada.
a eternidade não existe.
no entanto, a eternidade existe.
os instantes dos teus olhos parados sobre mim eram eternos.
os instantes do teu sorriso eram eternos.
os instantes do teu corpo de luz eram eternos.
foste eterna até ao fim.
os assuntos que julgámos mais profundos, mais impossíveis, mais permanentes e imutáveis, transformam-se devagar em tempo.
por si só, o tempo não é nada.
a idade de nada é nada.
a eternidade não existe.
no entanto, a eternidade existe.
os instantes dos teus olhos parados sobre mim eram eternos.
os instantes do teu sorriso eram eternos.
os instantes do teu corpo de luz eram eternos.
foste eterna até ao fim.
José Luís Peixoto, in "A Casa, A Escuridão"
sexta-feira, 13 de março de 2015
sexta-feira, 6 de março de 2015
Roleta Russa
A canção ideal para ficar de boca aberta a olhar para uma parede branca à espera que o tempo passe, à espera que a cabeça acorde, à espera do click...
quarta-feira, 4 de março de 2015
Adeus
De todas as vezes que me olhaste sentado nessa cadeira sem braços e sem sorte sinto que esta foi diferente. Esta é a última. Parece que pressentiste o que tenho para te dizer ainda antes de ter chegado e te preparaste para ouvir e me olhas com esse olhos, sentado nessa cadeira sem braços e sem sorte. É a última. Não existe mais nada que me agarre aqui e é tempo de partir. Vim despedir-me de ti e desses olhos que me olham, vazios, sem braços e sem sorte... Adeus.
segunda-feira, 2 de março de 2015
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