terça-feira, 30 de dezembro de 2014
segunda-feira, 29 de dezembro de 2014
quarta-feira, 24 de dezembro de 2014
Have yourself a merry little Christmas...
...Let your heart be light
From now on,
our troubles will be
out of sight
Have yourself a merry
little Christmas,
Make the yule-tide
gay,
From now on,
our troubles will be
miles away.
Here we are as in
olden days,
Happy golden days of
yore.
Faithful friends who
are dear to us
Gather near to us once
more.
Through the years
We all will be
together,
If the fates allow
Hang a shining star
upon the highest bough.
And have yourself A
merry little Christmas now.
segunda-feira, 22 de dezembro de 2014
Ainda que mal...
Ainda que mal pergunte,
ainda que mal respondas;
ainda que mal te entenda,
ainda que mal repitas;
ainda que mal insista,
ainda que mal desculpes;
ainda que mal me exprima,
ainda que mal me julgues;
ainda que mal me mostre,
ainda que mal me vejas;
ainda que mal te encare,
ainda que mal te furtes;
ainda que mal te siga,
ainda que mal te voltes;
ainda que mal te ame,
ainda que mal o saibas;
ainda que mal te agarre,
ainda que mal te mates;
ainda assim te pergunto
e me queimando em teu seio,
me salvo e me dano: amor.
Carlos Drummond de Andrade, As Impurezas do Branco
quinta-feira, 18 de dezembro de 2014
É hoje?
- É hoje? Não tinha dado por isso... acho que ainda não acordei e já saí da cama há horas, parecem dias as horas que já passaram desde que era de manhã e eu dormia sem querer saber de mais nada. Nem sei a quantos estamos, quanto mais que era já hoje... Não faças essa cara, todos temos momentos. Esqueci-me, só isso. Passamos os dias a marinar na rotina e em dias iguals a outros dias iguais, parece-me natural não ter achado que este seria diferente mas enfim, errei nos cálculos, hoje afinal é um dia diferente. Vamos ver em quê.
terça-feira, 16 de dezembro de 2014
Standing the test of time, wondering what
Standing the test of time, wondering what
Standing the test of time, gathering what
Into the night, we are high; never mind,
And through the clouds, we arrive, like the skies in strike,
And as we dance on the stones, glass beneath our feet,
And from the clouds, be alive, nature speak
Standing the test of time, gathering what
Into the night, we are high; never mind,
And through the clouds, we arrive, like the skies in strike,
And as we dance on the stones, glass beneath our feet,
And from the clouds, be alive, nature speak
Temples - Test of Time
sexta-feira, 12 de dezembro de 2014
quinta-feira, 11 de dezembro de 2014
terça-feira, 9 de dezembro de 2014
quinta-feira, 4 de dezembro de 2014
A mulher que punha os pasquins
- Quem é? - perguntou o alcaide.
O guarda pôs-se em sentido.
- A mulher que punha os pasquins.
O alcaide desatou a vociferar contra os seus subalternos. Queria saber quem prendera a mulher e por ordem de quem a tinham metido no calabouço. Os agentes deram uma explicação elaborada.
- Quando a prenderam?
Tinham-na encarcerado durante a noite de sábado.
- Pois ela sai e entra um de vocês - gritou o alcaide. - Essa mulher dormiu no calabouço e a terra apareceu esta manhã cheia de papéis.
Tão depressa como se abriu a pesada porta de ferro, uma mulher de idade madura, de ossos pronunciados e com um puxo monumental seguro por uma travessa, saiu do calabouço aos gritos.
- Põe-te na alheta - disse-lhe o alcaide.
A mulher soltou o cabeço, sacudiu várias vezes a cabeleira longa e abundante, e desceu a escada como um tiro, gritando «puta, puta». O alcaide inclinou-se por cima do varandim e gritou com todo o poder da sua voz, para que o ouvissem não só a mulher e os seus agentes, mas também toda povoação:
- E não continuem a foder-me com os papelinhos.
in A hora má: o veneno da madrugada
Gabriel Garcia Marquez
O guarda pôs-se em sentido.
- A mulher que punha os pasquins.
O alcaide desatou a vociferar contra os seus subalternos. Queria saber quem prendera a mulher e por ordem de quem a tinham metido no calabouço. Os agentes deram uma explicação elaborada.
- Quando a prenderam?
Tinham-na encarcerado durante a noite de sábado.
- Pois ela sai e entra um de vocês - gritou o alcaide. - Essa mulher dormiu no calabouço e a terra apareceu esta manhã cheia de papéis.
Tão depressa como se abriu a pesada porta de ferro, uma mulher de idade madura, de ossos pronunciados e com um puxo monumental seguro por uma travessa, saiu do calabouço aos gritos.
- Põe-te na alheta - disse-lhe o alcaide.
A mulher soltou o cabeço, sacudiu várias vezes a cabeleira longa e abundante, e desceu a escada como um tiro, gritando «puta, puta». O alcaide inclinou-se por cima do varandim e gritou com todo o poder da sua voz, para que o ouvissem não só a mulher e os seus agentes, mas também toda povoação:
- E não continuem a foder-me com os papelinhos.
in A hora má: o veneno da madrugada
Gabriel Garcia Marquez
terça-feira, 2 de dezembro de 2014
Roleta Russa
A canção ideal para começar o dia sem abrir os olhos, sem pensar, sem saber que horas são... só mesmo porque me puxaste da cama para fora...
segunda-feira, 1 de dezembro de 2014
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