segunda-feira, 29 de junho de 2015
sexta-feira, 26 de junho de 2015
segunda-feira, 22 de junho de 2015
terça-feira, 16 de junho de 2015
Poetry
Flies are buzzing round my head
Vultures circling the dead
Picking up every last crumb
The big fish eat the little ones
The big fish eat the little ones
Not my problem, give me some
Vultures circling the dead
Picking up every last crumb
The big fish eat the little ones
The big fish eat the little ones
Not my problem, give me some
You can try the best you can
You can try the best you can
The best you can is good enough
You can try the best you can
You can try the best you can
The best you can is good enough
The best you can is good enough
You can try the best you can
You can try the best you can
The best you can is good enough
Radiohead - Optimistic
(de preferencia, Live From the Basement)
quinta-feira, 11 de junho de 2015
terça-feira, 9 de junho de 2015
segunda-feira, 8 de junho de 2015
A propósito de José Cardoso Pires
Temos a literatura paga a
milhões num país colapsado, o mito imbecilizante do “está na televisão é porque
é bom”, pronto a fabricar génios literários todos os meses. Temos um país de
universitários, mestres, doutorados e políticos para quem o livro se tornou um
objecto simbólico de status quo, mas
cujo nível de literacia não passa o grau zero da literatura que são José
Rodrigues dos Santos, Helena Sacadura Cabral ou os bestsellers internacionais.
As editoras transformaram-se
em empresas geridas para dar lucro financeiro e não cultural, e são geridas por
pessoas que não fazem a menor ideia de quem foi Homero, Tolstói ou Dostoiévski,
e que não sabem, portanto, que a literatura não é aquilo que se imprime em
papel, mas, sim, aquilo que resulta do esforço heróico do Homem para dar
sentido ao caos — e que é nela, e através dela, que se ilumina o que fomos
aprendendo sobre a natureza humana.
In Oservador
quinta-feira, 4 de junho de 2015
Roleta Russa
A canção ideal para um qualquer momento que se preze...
I'll be the one who's free
You and all your friends can watch me...
You will never come close to how I feel
Charco
Vamos ter um problema, tu e eu.
Não precisei de muito para perceber, bastou-me, aliás, o instante da primeira vez.
Recusas-me no teu espaço e não aceitas que seja possível de outra forma.
Talvez o teu bloqueio não seja eu mas o princípio subjacente ao espaço, ou talvez seja eu, que não colo no rótulo e faço por isso. Talvez seja tudo junto. Pedras no teu charco perfeito que não escolheste nem querias por perto.
Vamos ter um problema, tu e eu...
Não precisei de muito para perceber, bastou-me, aliás, o instante da primeira vez.
Recusas-me no teu espaço e não aceitas que seja possível de outra forma.
Talvez o teu bloqueio não seja eu mas o princípio subjacente ao espaço, ou talvez seja eu, que não colo no rótulo e faço por isso. Talvez seja tudo junto. Pedras no teu charco perfeito que não escolheste nem querias por perto.
Vamos ter um problema, tu e eu...
Subscrever:
Mensagens (Atom)




