A maledicência é a respiração da vila.
Fernando Namora
sexta-feira, 31 de janeiro de 2014
terça-feira, 28 de janeiro de 2014
segunda-feira, 27 de janeiro de 2014
sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
Uma vida de três assoalhadas
Eu penso que aquilo que faz com que nós continuemos vivos e capazes de criar é isso mesmo, uma inquietação constante. Sem ela não pode haver criação, quem não põe, sempre, tudo em causa, arrisca-se a ter uma vida interior de três assoalhadas, num bairro económico.
António Lobo Antunes
O Jornal (1992)
quarta-feira, 22 de janeiro de 2014
Ocupar com arte
Noronha da Costa
S/ Titulo
S/ Titulo
A ideia é ocupar o facebook com arte, quebrar a monotonia de fotos de almoços ou bichos de estimação. quem "gostar" deste "post" receberá o nome de um ou uma artista e terá, então, que publicar a fotografia de algum trabalho e 2 linhas de biografia. copie este texto e coloque junto à imagem.
Roleta Russa
A canção ideial para acompanhar a insónia...
Muddy water
Be my grave
You are the
master
I've been
the slave
Muddy water
Come rising
up
You know I
feel you
In my iron
lung
Oh baby
don't it feel so bad
Muddy water
Drowning in
the rain
Now the
rain done come
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
sábado, 18 de janeiro de 2014
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
Pensamento matinal
No dia em que tirares os pés do chão e te sentires levada pelo impulso de ir e não voltar mais saberás que o espaço é tão curto como o tempo, que tudo está perto demais quando se quer distância e que tudo é longe quando o que se precisa não é o que se tem e o que se quer não nos é dado.
sexta-feira, 10 de janeiro de 2014
Sacode as nuvens
Sacode as nuvens que te poisam nos cabelos,
Sacode as aves que te levam o olhar.
Sacode os sonhos mais pesados do que as pedras.
Porque eu cheguei e é tempo de me veres,
Mesmo que os meus gestos te trespassem
de solidão e tu caias em poeira,
Mesmo que a minha voz queime o ar que respiras
e os teus olhos nunca mais possam olhar
Sophia de Mello Breyner
Days like this
You're bored
Minutes take hours to pass
The window tells
you to flee but refuses to open
Your hands are
cold
Your head is overflowing
Simply can’t pick up what fell down
and it lays there, urging for your
attention
You’re bored
Your eyes search for the endless
So many books to read and none
nearby
So many places to be and all of
them without you
Right now is bullshit
And all doors are closed
Is ‘Where’ the right word?
Or should it be ‘When’? Or ‘What’?
Or none of them, for spite sake…
Your hands are still cold
You’re bored
I’m bored
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
Revival
I am saved, I am saved
And oh, would you believe it?
All of the day I felt his presence near me
I know they won't believe me
But I've got favorite memories
And oh, would you believe it?
All of the day I felt his presence near me
I know they won't believe me
But I've got favorite memories
Well, I am saved, I am saved
And oh, could you believe it?
You won't regret
If you choose to believe it
Freedom, silence, always, yeah
All this darkness, always
And oh, could you believe it?
You won't regret
If you choose to believe it
Freedom, silence, always, yeah
All this darkness, always
Darkness always
It doesn't make much sense
Darkness always
Away from me
It doesn't make much sense
Darkness always
Away from me
Deerhunter - Revival
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
Brilho
Sentou-se a ver a chuva cair. Há dias que o cenário era aquele e para quê revoltar-se se nem isso o faria mudar. Saudades do verão, da luz, do quente do sol na pele ao fim de uma tarde longa, do cheio a praia no cabelo. Mas a água caia no passeio vinda no nada, escorria pelas paredes e cobria tudo de brilho.
Estava em silêncio no meio de um barulho compacto que não dava margem sequer para pensar e para quê revoltar-se se isso não a faria parar e calar-se e deixá-la voltar ao seu mundo.
Sentada a ver a chuva cair, deixou-se levar.
E ainda bem que o fez.
Estava em silêncio no meio de um barulho compacto que não dava margem sequer para pensar e para quê revoltar-se se isso não a faria parar e calar-se e deixá-la voltar ao seu mundo.
Sentada a ver a chuva cair, deixou-se levar.
E ainda bem que o fez.
segunda-feira, 6 de janeiro de 2014
Roleta Russa
A canção para ir, voltar e ir de novo... vezes sem conta, para sempre
Though youth may fade with boyhood's cares
New fear will catch us unawares
I know it will, I know it will
I know it will, I know it will
Subscrever:
Mensagens (Atom)









